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App presta consultoria jurídica de modo personalizado e custo baixo

São Paulo – O mercado jurídico brasileiro acaba de ganhar o John Cognition, aplicativo de gestão legal, desenvolvido pela Selem Bertozzi Consultoria, com base nos conceitos de Inteligência Artificial (IA). A plataforma tem a proposta de ser um consultor jurídico e de democratizar o ensino e o acesso aos serviços de consultoria especializados em gestão legal. Em seu DNA, a tecnologia traz a experiência e o conhecimento acumulados em duas décadas de atuação no país da Selem Bertozzi, que tem em seu portfólio o atendimento a mais de 560 escritórios de advocacia, mais de 40 mil alunos inscritos em seus cursos e palestras e 29 livros sobre gestão legal.

Lara Selem, sócia da Consultoria e idealizadora do John ao lado do também sócio Rodrigo Bertozzi, explica que a ideia de desenvolver o software, que pode ser acessado por meio de site (johncognition.com), via computador ou celular, deve-se à grande lacuna no mercado jurídico brasileiro: marcado pela deficiência no ensino de gestão legal nos cursos de Direito e também pelo alto custo de contratação de serviços especializados nessa área para escritórios de menor porte e advogados que atuam por conta própria.

Lara Selem: “Estamos fornecendo a melhor ferramenta de todas que é o conhecimento, a um custo baixíssimo e com funcionalidades infinitas para que se planeje, construa, crie e, especialmente, permita uma evolução da advocacia no Brasil”.

Com mais de 1 milhão de advogados e em crescimento exponencial, uma vez que as faculdades de Direito comportam hoje outros cerca de 1 milhão de universitários, John tem a missão de levar conhecimento acessível a esse mercado altamente competitivo no País. “Isto é possível graças à IA, que converte nossas expertises para uma relação personalizada. Para cada cliente, uma IA que se adapta caso a caso. Estamos fornecendo a melhor ferramenta de todas que é o conhecimento, a um custo baixíssimo e com funcionalidades infinitas para que se planeje, construa, crie e, especialmente, permita uma evolução da advocacia no Brasil”, diz Selem. O John pode ser experimentado sem custo por 24 horas corridas nessa fase de lançamento.

Acesso fácil

Rodrigo Bertozzi acredita que John será importante aliado em gestão legal para advogados.“É fácil acessá-lo e ele responde a questões. Ou seja, por meio de um diálogo natural, sugere aplicações práticas, modelos de estratégias e documentos, explicação de conceitos complexos na gestão, sempre com o foco em gerar conhecimento e evolução para o advogado ou escritório que tiver o John ao seu lado”, diz Bertozzi. O app é capaz de responder questões que vão desde abordagens práticas e modelos testados até correlação entre áreas de gestão.

“Aplicamos no John novos conceitos de algoritmo genético e neuro-evolução para que ele realmente aprenda o contexto na qual as respostas se aplicam”, explica Elio Botogoske, cientista em Inteligência Artificial e um dos criadores do John. Segundo Botogoske, se alguém fizer uma pergunta que não tenha sido prevista, John responde em curto espaço de tempo e assimila o conhecimento para replicar em outros clientes.

Ele pode orientar de advogados iniciantes no mundo jurídico – para seguirem o caminho correto e ganhar velocidade na carreira – até escritórios estabelecidos. Temas como plano de carreira, contratação, precificação, midias sociais ou mesmo lançar uma área nova que exige um bom conhecimento em marketing jurídico estão em seu escopo. John também foi treinado para fazer correlações entre as áreas de conhecimento na gestão legal, como societário, negócios, gestão de pessoas, marketing jurídico e gestão de clientes, finanças e controladoria, e tecnologia para advogados.

A Selem Bertozzi mantém um time de doze especialistas das mais diversas áreas para responder a qualquer dúvida para a qual ocasionalmente a tecnologia ainda não tenha resposta, num prazo de 24 horas. “Ele dispara um e-mail e 100% das perguntas serão respondidas. As novas questões prontamente também serão incorporadas ao John, que assim também ganhará ainda mais robustez, pois a curadoria e a evolução da inteligência artificial estão nas mãos de quem realmente entende do assunto”, destaca Bertozzi.

Baixo custo

Com John, advogados em carreira solo e pequenos escritório não podem mais acreditar que gestão legal é cabível apenas para as grandes bancas, pois foi exatamente a boa administração dos negócios que as tornaram eficientes, reconhecidas e as maiores do setor. “É uma visão equivocada e o John é uma tecnologia adaptável ao porte da operação jurídica”, diz Lara Selem. “O que define, geralmente, o valor mensal, é o número de perguntas feitas ao John. Ou seja, o consumo ocorre por volumetria de dados (mesma lógica da contratação de um plano de celular, por exemplo)”, enfatiza Bertozzi, acrescentando que o plano básico com foco na sociedade unipessoal custa menos que um café por dia, ou seja, apenas R$ 85,77 por mês. Os demais planos de assinaturas são cobrados de acordo com o porte dos escritórios.